quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Ainda Assim, de Rui Pina Coelho (2014)


Criação de David Granada, Estêvão Antunes e João de Brito
Produção - LAMA

Inserido na 3ª edição do Bivar - Arte, Design e Cultura, pelas 22h00 no Salão Nobre do Palácio do Tenente. 

"Ainda Assim", é a 11ª Produção da Associação LAMA.
Apoios: Centro Cultural da Malaposta, Mala Voadora, Teatro Experimental de Cascais, ACT- Escola de Actores e Teatro dos Aloés.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

"Barafunda", a partir de Raul Brandão


Encenação - João de Brito
Assistência de encenação - Tania Silva

Interpretação - André Canário, Laura Pereira, Pedro Monteiro.

Vídeo - João Marco 

Design Gráfico - Bruno Bua

Produção - LAMA e Te.Atrito



Projecto financiado por: Direcção Regional de Cultura do Algarve

Parceiros: ARCMúsicos, DevirCAPa, ES Tomás Cabreira, Teatro Municipal de Faro, Cine-Teatro Louletano, Teatro Mascarenhas Gregório – Silves, Cinema Ossónoba – Estoi, Centro Cultural António Aleixo – Vila Real Santo António, ACD Ferragudo

Apoios até ao momento: IPDJ, Fury n’Dust, Casa da Cultura de Loulé, RUA FM, One Tie, Columbus



"JBWB-900", no Festival de Teatro de Montemor-O-Novo, no dia 10 de Outubro. 
Criação de João de Brito e Wagner Borges.





"T.3", no Festival Internacional de Teatro de Setúbal.
Textos - Miguel Castro CaldasJoão de Brito e Wagner Borges.
Encenação - João de Brito, Marta Lapa e Wagner Borges.
Interpretação - João de Brito e Wagner Borges.
Produção - LAMA



segunda-feira, 13 de maio de 2013

"JBWB-900"


DE 1 A 30 DE JUNHO
SALA 4 – 18h20. 18h50. 19h20. 19h50. 20h25
Rua Serpa Pinto, 14
1200-445 Lisboa
(CHIADO - na 1ª à esquerda logo abaixo da Brasileira)

Texto, encenação e interpretação de
João de Brito e Wagner Borges
Produção - LAMA

JBWB–900 são dois homens diferentes, em vários fragmentos que se conhecem e questionam sobre a simplicidade temporal, realçando com um lirismo aquilo que é a repetição do momento. Em que estão, em que estiveram. São o pastoreamento das teorias que nos assolam, quando finalmente encontramos as respostas no dia seguinte, subservientes e cegos ao interminável preenchimento do tempo da vida.
Podem ser amantes.
Podem ser irmãos.
Podem ser actores.
Velhos-jovens.
É o vazio que permite responder.
Existem. Mas o tempo não pára.
Mesmo que eles, façam o papel errado.

APOIOS
Mala Voadora. Teatro dos Alóes. Gato que Ladra. Lisbon Artists. Escola de mulheres

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

A HISTÓRIA QUE NÃO QUERIA SER LIVRO







Fotografias de Mariana Silva

Sinopse:

Quantos pontos existem num espaço? E quantos espaços existem num ponto? Quem pinta um ponto, acrescenta um conto. Ou será o contrário? Ai, vêm aí as cores… Agora é que a situação se vai complicar! Esta história não quer ser livro, mas também não sabe que história é… Está tudo trocado! E agora?

Encenação Tiago Cadete
Interpretação João de Brito e Leonor Cabral
Cenário e figurinos Marco Fonseca
Criação João de Brito, Leonor Cabral, Marco Fonseca e Tiago Cadete
Co-Produção Serviço Educativo da Culturgest e LAMA

De 21 de Janeiro a 1 de Fevereiro na CULTURGEST, Lisboa
Sala 6 · Sessões às 10h, 11h30 e 14h30 (não há sessões ao fim de semana exceto no sábado 26 de janeiro às 16h) · Dur.: 35 min.
2,50€ (entrada gratuita para professores) · Marcação prévia Lotação: 60 participantes
Inscrições e informações
Serviço Educativo – Culturgest
21 761 90 78
(10h30-12h30 / 14h30-17h)
Fax: 21 848 39 03
culturgest.servicoeducativo@cgd.pt


Teaser

https://vimeo.com/57095486

sábado, 12 de janeiro de 2013

"COMIDA - Meu nome é Comédia, mas não cuideis que por isso me haveis de comer."
 

Texto - Miguel Castro Caldas
Encenação e Interpretação - João de Brito
Design Gráfico - Raquel Albino
Fotografia - Luís M. Barros

Produção - LAMA
Classificação etária - Maiores de 12 anos

«Comida» é um actor que aparece diante de um público e começa a dizer coisas. Essas coisas foram previamente escritas e o actor tem-nas decoradas. O público está perante um caldo de voz e texto que oscila entre quem escreve, quem diz o que foi escrito, quem come e quem fala. «Pode-se, com certeza, escrever a comer mais facilmente do que falar a comer; no entanto a escrita transforma mais as palavras em coisa capazes de rivalizar com os alimentos.» Isto diz Deleuze-Guatary, mas o dizedor deste monólogo acrescenta que em comum entre falar e comer há os movimentos da boca, «a boca muda a comer, a boca muda a falar».
A boca muda a falar.
Como é que uma boca muda pode falar? É deste paradoxo que a peça trata.

Miguel Castro Caldas

Próximos Locais, Datas e horas:

2013
Dia 12 de Janeiro - Guilherme Cossoul (Lisboa) - 21:30
Dia 17 de Janeiro - Escola de Mulheres (Clube Estefânia-Lisboa) - 21:30
Dia 18 de Janeiro - Centro Cultural do Cartaxo - 21:30
Dias 25 e 26 de Janeiro - Teatro Mirita Casimiro (TEC-Cascais)- 21:30
Dia 9 de Março - Espaço das Aguncheiras (Sesimbra) - 21:30

Representações em 2012:

- Liberdade Provisória (Lisboa), Restaurante Os Arquinhos (Ericeira), Sociedade Musical e Desportiva de Caneças, Associação de Músicos (Faro), Casa da Cultura de Loulé, SRAF Os Artistas (Faro), Bartô (Chapitô-Lisboa),  Nariz Teatro (Leiria), Teatro Estúdio Fontenova (Setúbal), Galeria Zem Arte (S. Brás de Alportel), Teatro Mascarenhas Gregório (Silves), Associação Gambuzinos com 1 pé de fora (Benedita-Alcobaça), Teatro Experimental de Lagos, Restaurante Se7e Pedras (Faro).